Grandes Pessoas...
Há muito tempo não apareço por aqui, não é verdade? Mas tem uma explicação... o pouco tempo, já que passo o dia inteiro fora de casa e a quantidade absurda de trabalho, não me deixam atualizar esse blog com a dedicação que eu gostaria.
Mas hoje, feriado (até nos feriados está sendo difícil eu ter uma folguinha), vim aqui pra fazer o que mais gosto na vida: escrever. No entanto, não é para o que o blog se propõe - escrever notícias ou matérias 'leves'. E sim, para falar um pouco de mim. Não, não quero fazer qualquer tipo de lobby.
Começo fazendo uma pergunta: por que é tão difícil lidar com as pessoas? É impressionante como cada ser humano é completamente diferente um do outro. Claro, isso é bom porque senão ia ser um mundo extremamente monótono, mas eu quero tocar no ponto das 'diferenças-defeitos'.
Por muitas vezes nos privamos de fazer e/ou falar certas coisas para não magoar ninguém. Entretanto, na primeira oportunidade que essa terceira pessoa tem, ela te joga um balde de água fria, capaz de te resfriar por um mês. É aí, que vem, no meu ver, um dos piores sentimentos, a decepção.
Se pudesse, eu retiraria essa palavra da Língua Portuguesa e todos os seus sinônimos. Se bem que agora não me vem nenhum na mente. Deve ser porque é tão forte que ela por si só já basta.
Um pensamento que eu tenho, ou melhor, fui ensinado a ter é: "Nunca faça com ninguém o que não gostaria que fizessem com você". E acho que esta foi amelhor frase que já ouvi na vida. Quer dizer, a melhor não, a melhor é, com certeza, um "eu te amo" sincero.
"Um 'eu te amo' sincero". Ah, é tão raro isso hoje em dia. Mas enfim, continuo acreditando que existem pessoas boas e, parafraseando o Chaves, que não devem amar os seus inimigos.
Bom, voltando ao 'balde de água fria', eu, como otimista que sou, levo para o melhor sentido da frase, e penso que tudo de ruim que a gente passa na vida, todas as situações que não gostaríamos, mas que são necessárias, servem para nos fazer crescer. Faz a gente crescer como ser humano, faz a gente se fortalecer e estar preparado para o próximo (que esperamos sempre que não tenha).
Eu tenho uma ideia para vocês: mesmo que alguém te faça sofrer, te decepcione, te jogue esse balde, aja com o coração. Se for necessário, fique sem falar com quem te fez sofrer, nem que tenha sido por 20 minutos. Pois, mais uma vez, na minha visão, quem ama de verdade não te magoa.
Hoje eu me despeço por aqui. Não sei quando voltarei, espero que logo e com um post mais animadinho. Com uma notícia ou qualquer assunto que seja mais parecido comigo. Com esse meu 'Jeito Moleque' de ser que muita gente confunde. Mas eu continuo crescendo e termino com um dos mestres do samba: Descobri sem querer a vida. VERDADE. Salve, Zeca!
Grande beijo para grandes pessoas...
sábado, 11 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
O vilão das estradas não é o álcool
Governo cria lei que proíbe a ingestão de álcool ao dirigir; mas acidentes continuam
No Brasil, pela lei de 19 de junho deste ano, quem for pego dirigindo com qualquer concentração de álcool será submetido à multa de R$ 955,00 e à suspensão do direito de dirigir por um ano, além de sofrer infração gravíssima, com sete pontos em carteira. Antes, era permitida a ingestão de até 6 decigramas de álcool por litro de sangue - o equivalente a dois copos de cerveja.
Contudo, nessas últimas semanas, acidentes graves ocorreram em diferentes estados do Brasil. Dentre os principais, destacam-se a colisão entre o ônibus e um caminhão em uma rodovia na região norte, um acidente em Pernambuco que matou dezenas de estudantes; e o acidente na Bahia com a van que vitimou 11 pessoas.
Nenhum deles envolveu a combinação álcool e direção. O que chama a atenção é o comportamento da mídia em relação a esses acidentes. A mídia não consegue explicar que mesmo após a Lei Seca e mesmo após a tanta espetacularização a respeito desta, os acidentes continuam acontecendo e de forma violenta.
Nas rodovias, a fiscalização do bafômetro existia mesmo antes da Lei Seca. Na lei anterior só quem fiscalizava com bafômetro era a Polícia Rodoviária Federal. O que acontece é que tentaram achar um bode expiatório para o trânsito violento e de uma forma intolerante jogaram toda responsabilidade nos motoristas, de uma forma geral. E o álcool tornou-se o grande vilão do trânsito.
O problema é complexo. Falta educação para o trânsito, carteiras de habilitação são vendidas no balaio, veículos caindo aos pedaços trafegam por nossas vias e rodovias e a maioria dos agentes de trânsito é mal preparada e mal- remunerada, o que dá margens à corrupção, onde apenas os menos favorecidos são realmente fiscalizados.
E o que o Estado faz? Cria uma lei em que toda a responsabilidade é jogada para o cidadão, e pune de forma generalizada uma grande maioria, penalizada pelas atitudes de uma minoria, mostrando toda sua incapacidade de lidar com o problema. Dezenas de vidas foram limadas nas últimas semanas e o álcool não tava presente, ou seja, não é ele o grande vilão dessa história.
sábado, 9 de agosto de 2008
O poder das palavras

A cada dia que passa fico mais impressionado com o poder que algumas palavras podem exercer sobre as pessoas. Comigo, pelo menos, é assim. Desde criança sou assim. Uma frase dita num momento qualquer, de qualquer maneira, pode me deixar muito mal.E parece que o tempo não conseguiu realizar essa mudança. Aliás, o tempo não mudou quase nada em mim, nem a cara! (hahahah)Quando estava no Ensino Fundamental, uma professora de Língua Portuguesa, Nilcéa, contou uma histórinha. Ela disse que uma vírgula pode mudar o rumo da vida de uma pessoa. Nas linhas que se seguem vou contar o que ouvi dela. Certa vez, um homem estava sob julgamento por ter cometido um crime. Ele ia ser condenado pelo corpo de jurados, mas um deles sabia que esse homem era inocente. Portanto, na hora de assinar a ata, ele alterou a frase que era a seguinte: "Condenado, não absolvo." Como o jurado tinha certeza da inocência do réu, alterou o documento que ficou da seguinte forma: "Condenado, não, absolvo."
O que ela quis dizer ao contar essa história? Que um detalhe na comunicação pode fazer toda a diferença. E isso não se restringe somente às frases escritas. Na sua oralidade, a escolha das palavras e a forma com que você as dirige às pessoas são de suma importância.
Ainda digo mais, cada palavra é única. Traduz perfeitamente o que você quer dizer. Talvez seja por isso que não acredito em sinônimos, pois nada quer dizer alguma coisa...
Palavra é a tradução do que se sente. Pense nisso!
O que ela quis dizer ao contar essa história? Que um detalhe na comunicação pode fazer toda a diferença. E isso não se restringe somente às frases escritas. Na sua oralidade, a escolha das palavras e a forma com que você as dirige às pessoas são de suma importância.
Ainda digo mais, cada palavra é única. Traduz perfeitamente o que você quer dizer. Talvez seja por isso que não acredito em sinônimos, pois nada quer dizer alguma coisa...
Palavra é a tradução do que se sente. Pense nisso!
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
O começo...

Sonhar não custa nada e o meu sonho é tão real. Devido aos últimos acontecimentos, não tinha como começar esse post de outra forma. Abertura criativa (ou nem tanto), como ensinado por Maristela Fittipaldi, uma das responsáveis por fazer eu conquistar o início da minha carreira.
Pois é, às vezes a gente acha que alguma coisa é impossível e não se dá conta de que o impossível é apenas uma parte de um desafio que deve ser enfrentado. Quando você quiser alguma coisa, busque, trabalhe e lute por ela. Sem esforço e dedicação você não conseguirá mesmo!
Nunca se menospreze. Nunca ache que você é incapaz. Nunca diga nunca. Pois, segundo Luís Carlos Veríssimo, quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas. E não é que é verdade?!?
Para alguns esse post está meio abstrato. Outros entenderão perfeitamente. Alguns o lerão e se sentirão auto-ajudados, mas ele é simplesmente uma parte da expressão do sentimento que o autor tem no momento e que não caberia nem em um oceano, muito menos transcritos em alguns meros caracteres.
Hoje, agradeço a todos que de alguma forma contribuíram para que eu sinta o que estou sentindo nesse momento. Àqueles que me ajudaram direta ou indiretamente. À família que sempre acreditou em mim. Aos verdadeiros amigos que estão do meu lado, dia-a-dia, que ficaram felizes por cada etapa concluída com sucesso. Aos meus professores e à minha eterna supervisora (Vanessa Santos) que corrigem diariamente os meus erros, e que, segundo um deles, "quanto mais chochado, mais chances você terá no mercado", não é, Joseti? E a Deus, que não preciso nem comentarrr...
Se você ainda não alcançou aquilo que quer, espere, porque tudo o que é seu está guardado e como diz a Xuxa, o que tiver que ser, será!
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Tecnostress

Em pleno século 21, muita gente não tem acesso ao mundo digital. Existem também, aqueles que não conseguem viver sem Internet. Algumas pessoas sofrem lesões na visão devido ao tempo em que passam na frente do computador, e por isso, são proibidas de usar certos meios tecnológicos. Tal fato tem gerado um novo tipo de doença: o Tecnostress.
Tecnostress é a irritação causada pelo excesso ou pela falta de uso dos aparelhos eletrônicos e a dependência de aparelhos como o celular, a televisão e principalmente o computador. O usuário que fica mais de seis horas no computador pode ser considerado um portador de Tecnostress.
O e-mail se tornou o principal meio de comunicação entre a maioria dos profissionais por ser mais rápido, fácil e seu custo praticamente zero. Executivos e profissionais estão completamente dependentes de abrir suas caixas de mensagens assim que chegam ao seu local de trabalho e com um espaço de tempo cada vez mais curto para checá-las. A impossibilidade de visualização gera a irritação, aumentando a ansiedade e alterando o estado de espírito dessas pessoas.
O notebook possibilitou o acesso remoto e móvel à internet. Mas ainda apresenta limitações porque não se pode carregá-lo para qualquer lugar, e também porque é necessária a existência de uma linha telefônica ou de uma rede Wi-Fi (sem fios).
O celular é outro gerador dessa “doença”. Apesar da agilidade na comunicação, e de (teoricamente) se comunicar onde quer que esteja, por muitas vezes essa conexão não é possível. Isso acontece quando descarrega a bateria do aparelho, quando a operadora não cobre a área em que o sujeito estiver, quando a fatura do serviço telefônico não está paga ou até mesmo quando a outra pessoa não atende a ligação.
No site de relacionamentos Orkut, existe uma comunidade abordando esse tema. Em um dos tópicos, há um fórum no qual a maioria dos internautas diz já ter tentado parar de se conectar à Internet, ficar sem celular, porém, não conseguem.
Para Jéssica Cavalheiro, membro de uma das comunidades, o celular vicia: “Uso ele (celular) para ver as horas, despertar, trocar mensagens, fazer novos amigos. É quase impossível ficar sem conferi-lo por dez minutos. Às vezes fico com os dedos cansados de tanto teclar nele”, disse.
Atualmente é comum vermos em festas ou em outro evento qualquer, pessoas no celular, resolvendo problemas ou até mesmo questões de trabalho. O mais curioso é que alguns ainda ficam felizes por estarem conectados em tempo integral. Para estas pessoas, certamente o conceito de qualidade de vida e lazer, ganhou outra visão.
Se você passa mais de seis horas no computador, o seu aparelho celular fica disponível vinte e quatro horas por dia, é viciado em jogos online, todos os dias está conectado ao MSN, não fica em casa sem a televisão ligada, e se irrita, caso algum desses aparelhos não funcione, cuidado! Você sofre de Tecnostress.
Tecnostress é a irritação causada pelo excesso ou pela falta de uso dos aparelhos eletrônicos e a dependência de aparelhos como o celular, a televisão e principalmente o computador. O usuário que fica mais de seis horas no computador pode ser considerado um portador de Tecnostress.
O e-mail se tornou o principal meio de comunicação entre a maioria dos profissionais por ser mais rápido, fácil e seu custo praticamente zero. Executivos e profissionais estão completamente dependentes de abrir suas caixas de mensagens assim que chegam ao seu local de trabalho e com um espaço de tempo cada vez mais curto para checá-las. A impossibilidade de visualização gera a irritação, aumentando a ansiedade e alterando o estado de espírito dessas pessoas.
O notebook possibilitou o acesso remoto e móvel à internet. Mas ainda apresenta limitações porque não se pode carregá-lo para qualquer lugar, e também porque é necessária a existência de uma linha telefônica ou de uma rede Wi-Fi (sem fios).
O celular é outro gerador dessa “doença”. Apesar da agilidade na comunicação, e de (teoricamente) se comunicar onde quer que esteja, por muitas vezes essa conexão não é possível. Isso acontece quando descarrega a bateria do aparelho, quando a operadora não cobre a área em que o sujeito estiver, quando a fatura do serviço telefônico não está paga ou até mesmo quando a outra pessoa não atende a ligação.
No site de relacionamentos Orkut, existe uma comunidade abordando esse tema. Em um dos tópicos, há um fórum no qual a maioria dos internautas diz já ter tentado parar de se conectar à Internet, ficar sem celular, porém, não conseguem.
Para Jéssica Cavalheiro, membro de uma das comunidades, o celular vicia: “Uso ele (celular) para ver as horas, despertar, trocar mensagens, fazer novos amigos. É quase impossível ficar sem conferi-lo por dez minutos. Às vezes fico com os dedos cansados de tanto teclar nele”, disse.
Atualmente é comum vermos em festas ou em outro evento qualquer, pessoas no celular, resolvendo problemas ou até mesmo questões de trabalho. O mais curioso é que alguns ainda ficam felizes por estarem conectados em tempo integral. Para estas pessoas, certamente o conceito de qualidade de vida e lazer, ganhou outra visão.
Se você passa mais de seis horas no computador, o seu aparelho celular fica disponível vinte e quatro horas por dia, é viciado em jogos online, todos os dias está conectado ao MSN, não fica em casa sem a televisão ligada, e se irrita, caso algum desses aparelhos não funcione, cuidado! Você sofre de Tecnostress.
segunda-feira, 23 de junho de 2008

O título de cão mais feio do mundo pertence ao cachorro cristado chinês Gus. Os jurados consideraram as três patas, a falta de dentes, a ausência de pêlos ítens fundamentais para a escolha do Mister Feiúra.
O título, entretanto, não esteve o tempo todo nas patas de Gus. Seus concorrentes tinham língua torta, pêlos irregulares e ligeiros desvios de "simetria facial". Um dos favoritos nas enquetes do site do concurso era Elwood, que foi o vencedor em 2007.
Essa notícia seria muito engraçadinha se esse concurso se tratasse apenas de cães "feios". Porém, é de extremo mau gosto fazer um concurso onde cachorros doentes são eleitos os mais feios. Gus, por exemplo, sofre de câncer e os donos do animal vão destinar o prêmio de US$1.600 para o tratamento do cão.
- Agora poderemos investir a vitória na radioterapia de Gus - disse Jeanenne Teed, dona de Gus.
É uma pena que muitas pessoas se aproveitem dos defeitos alheios, até de animais, como é o caso, para se promoverem. Talvez o intuito dos idealizadores do concurso nem tenha sido esse, mas fazer uma disputa entre animais doentes para que sirvam de entretenimento, ninguém merece!
domingo, 8 de junho de 2008
120 Horas de Comunicação


Mais de 72 horas de pura ralação. Assim posso descrever o ritmo frenético da última semana. O evento no qual fui repórter, foi considerado, o melhor dos últimos tempos. E mais, me saí bem na função, segundo quem entende do negócio!
O trabalho, pra mim, começou na segunda-feira quando a equipe de repórteres se uniu para ver a pauta de cada um. Raphael Bittencourt - Bittinho- e Pedro Henrique - Pedroka- me ajudaram a completar o time que apareceria em frente às câmeras e assistiram todas as palestras e mesas redondas incluídas na programação.
Não sabia que era tão bom fazer entrevistas tanto de rua quanto no estúdio, teatro, enfim... Devo isso à minha supervisora/produtora Vanessa Santos, que a cada dia me ajuda (e muito) a desenvolver os meus talentos para o jornalismo. Minha PIMA, tá bõ?A melhor palestra? Para mim, a de jornalismo de celebridade... Ainda vou na redação da Caras. Será que a Luciana vai me dar um emprego? Tomara!
Pra fechar essa maratona que se chamou 24 Horas de Comunicação, um rodízio de pizzas. O que mais eu quero? Jornalismo, Faculdade CCAA, Amigos, bom trabalho, dedicação... Foi uma semana perfeita!
Quando achei que todo o trabalho já havia acabado, surge o programa Debate, que dessa vez, não fui repórter, mas participei de alguns detalhes da edição e fiquei na platéia para discutir sobre Ética no jornalismo.
No post de hoje quero fazer alguns agradecimentos e congratulações:
Pedroka - Amigo e repórter que estava perfeito em todas as entrevistas e está sempre junto;
Bittinho - repórter e amigo, parabéns... segurou a onda até quando retiraram o microfone de suas mãos e ainda foi Charles Chaplin por algumas horas;
Vanessa - minha produtora, chefe, amiga, olheira, minha pima... muito obrigado por tudo!
Bruno - que tá sempre junto, incentivando até nas horas em que acho que não tenho mais condições de fazer nada;
Rafael Moura - amigo e que se dedica sempre a todos os trabalhos e projetos e sempre tem boas idéias!
Itamar - Como sempre trabalhou muito! E bem! Tá sempre disposto a ajudar em todos os projetos... Brigadão!!
E a todos os outros que estiveram envolvidos nesse evento: Aninha, Bruninho, Fernanda Binato, Gisele Paris, Roberta, Ibsen, Mariana, Marcelo, Bruno Jay Z, Paulo, David... TODOS!
Mas tenho um agradecimento em especial que é pra ela, minha Sister, amiga, colega, parceirona, Amanda Ribeiro que fez uma homenagem pra mim, que vou lembrar até o último dia da minha vida. Uma vez, aprendi que carinho não se agradece... e agora? Obrigado, Deus! Por ter colocado essa menina toda especial na minha vida!!
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