Grandes Pessoas!!
Está tudo tão claro agora, né? Durante algum tempo, nuvens negras ou com tons acinzentados fizeram parte da minha rotina. Da nossa, melhor dizendo. Chuvas e até grandes e pesadas tempestades. E olha que não foram só dias não, me enganei! Foram alguns meses de clima ruim, tempo feio.
Dizem que depois da tempestade vem a bonança. E não é que vem mesmo?!? E quando tudo fica mais claro, mais leve, você fica sorrindo à toa. Como diria uma certa canção de uma rainha "Sorrindo à toa e curtindo numa boa!", agora é só liberar geral.
Garanto que nesse tempo chuvoso, muita gente até gostou. Se deliciou enquanto outros a repudiaram, mas sabiam que fazia parte da vida. Sempre tem essas pessoas que preferem os dias nublados. Mas eu como bom carioca, já dizia a Adriana Calcanhoto, não gosto. E parar em sinais fechados, tampouco.
Eu gosto mesmo dos dias ensolarados, coloridos, que deixam todos com uma aparência saudável. Logo, mais felizes. Com as flores na sua suprema coloração e cintilando quando encontram o sol. Com a brisa da manhã e um certo friozinho durante algumas noites (é bom!!). É uma tranquilidade, um conforto, quase uma massagem natural.
Para alguns esse post pode ter um duplo sentido, mas é só uma forma prolixa de saudar e dizer SEJA BEM-VINDA, nossa linda e querida PRIMAVERA!
Até daqui a pouco!
domingo, 27 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Aprendi...
Olá, Pessoas!!
Já faz muito tempo que não venho por aqui, não é verdade? Sim, tudo isso devido À falta de tempo que me toma todo o dia. Tantas coisas aconteceram nesse tempo. Algumas muito chatas, outras bem legais. Mas o melhor disso tudo, desses cinco meses off post, foi o aprendizado. Aliás, esse será o tema do post de hoje que acabei de definir.
Uma vez, quando tinha lá os meus 13/14 anos, ouvi de um conhecido da família "Estude, mas estude bastante porque o conhecimento é o único bem que ninguém vai poder tirar de você". E não é que é verdade?!? É sim! E eu, mais do que ninguém, nesse tempo perdi algumas coisas e descobri tantas outras que estavam na minha cara, eu sabia, mas não dava tanta importância.
Posso dizer que aprendi que o sentimento é uma coisa que existe e está inerente à pessoas que têm caráter. Caráter. Essa palavra hoje em dia parece que perdeu o sentido para algumas pessoas. Umas que antes eu achava que tinham, na prática, nem passam perto. Outras que não deram nem tempo de formar opinião, mostraram que não têm. E logo. Até que foi bom. Atualmente as pessoas estão tão rápidas.
Aprendi que não se deve depositar grandes sonhos nas pessoas, pois "às vezes depositamos grandes sonhos nas pessoas e vemos que grandes eram só os sonhos. E as pessoas, pequenas demais". Forte isso, não? Pois é, eu também acho. E gosto. Gosto de palavras fortes que acrescentam algo à sua vida. E não, palavras falsas e vazias, com uma grafia digna de dó, e que não vão fazer você evoluir.
Aprendi que quem é de verdade sabe logo quem é de mentira. É a questão das máscaras que caem. E como caem. E a figura do artista querido vira um bobo da corte super sem graça. Mas que tem muita gente mais boba ainda que dá ibope. Por isso, o bobo acha que tem o poder enquanto todos riem dele. Isso é poder?
Aprendi que amigos vão e vêm, isso já disse o rei Bial em alguma de suas citações. Mas ele também disse que devemos cultivar os poucos e bons. Fazendo um balanço dos meus poucos, vi que não são tão poucos assim, mas eles são muito bons. São sim!
Aprendi que não somos nós que devemos perdoar tudo e todos. Temos sim, o dever de deixá-los tranquilos, mas quem deve julgá-los é alguém que esteja acima de todos nós. E este, com toda a certeza, vai ser justo. Vai sim!
Aprendi que raiva, rancor, mágoa vão estar presente em nós em um dado momento, mas não temos de cultivar esses sentimentos. Tem de ser passageiro. Temos tantos motivos para sermos felizes. E se querem nos ver mal, deixa. O mesmo alguém que vai julgar, vai também se encarregar de todos os supérfluos. Aliás, não deseje o mal a ninguém. Tudo o que a gente deseja aos outros, volta em dobro para nós. Volta sim!
Aprendi que a indiferença é pior do que a discussão ou briga. É angustiante. Mas é a melhor opção em certas ocasiões. E que vale a pena em alguns momentos. Vale sim!
Aprendi e aprendi mesmo que não devo ter mais mau humor. Tenho dois braços, duas pernas, sou saudável, tenho uma família em que todos gostam de mim, tenho o meu anjo (e sou um também) e sei usufruir muito bem de tudo isso. Sei também que tenho muito mais para ganhar do que para perder. Até porque se você perde alguma coisa, é porque você nunca as teve, de fato. Então, como posso sentir por perder algo que não vai me fazer falta?
Aprendi que a minha franqueza é a minha maior característica. Se é bom? Não sei. Talvez. Mas me faz sentir tão bem. Com a consciência tranquila e limpa. Assim como eu sou. Tranquilo (na maioria das vezes) e limpo (física e mentalmente). Sempre fui "certinho" e acho que sempre serei. Posso não ser a melhor pessoa do mundo, mas tento ser. Sempre não gostei de ser chamado a atenção por algum erro, por isso faço de tudo para não errar. No entanto, tenho consciência de que é inevitável. E é aí, também, que a gente aprende.
Aprendi que escrever, para mim, é mais do que o meu trabalho. É um hobby. É uma dedicação. É o que sei e gosto de fazer. Por isso, vou voltar a escrever aqui regularmente. Podem esperar! Como eu estou? FELIZ. E vc? Como está? Tem mais motivos para estar como? Pense nos outros, mas ame a você mesmo acima de tudo e deseje para todos o que você gostaria que voltasse para você. Creio eu que só coisas boas, não?!?
Votarei em breve, prometo!!
Já faz muito tempo que não venho por aqui, não é verdade? Sim, tudo isso devido À falta de tempo que me toma todo o dia. Tantas coisas aconteceram nesse tempo. Algumas muito chatas, outras bem legais. Mas o melhor disso tudo, desses cinco meses off post, foi o aprendizado. Aliás, esse será o tema do post de hoje que acabei de definir.
Uma vez, quando tinha lá os meus 13/14 anos, ouvi de um conhecido da família "Estude, mas estude bastante porque o conhecimento é o único bem que ninguém vai poder tirar de você". E não é que é verdade?!? É sim! E eu, mais do que ninguém, nesse tempo perdi algumas coisas e descobri tantas outras que estavam na minha cara, eu sabia, mas não dava tanta importância.
Posso dizer que aprendi que o sentimento é uma coisa que existe e está inerente à pessoas que têm caráter. Caráter. Essa palavra hoje em dia parece que perdeu o sentido para algumas pessoas. Umas que antes eu achava que tinham, na prática, nem passam perto. Outras que não deram nem tempo de formar opinião, mostraram que não têm. E logo. Até que foi bom. Atualmente as pessoas estão tão rápidas.
Aprendi que não se deve depositar grandes sonhos nas pessoas, pois "às vezes depositamos grandes sonhos nas pessoas e vemos que grandes eram só os sonhos. E as pessoas, pequenas demais". Forte isso, não? Pois é, eu também acho. E gosto. Gosto de palavras fortes que acrescentam algo à sua vida. E não, palavras falsas e vazias, com uma grafia digna de dó, e que não vão fazer você evoluir.
Aprendi que quem é de verdade sabe logo quem é de mentira. É a questão das máscaras que caem. E como caem. E a figura do artista querido vira um bobo da corte super sem graça. Mas que tem muita gente mais boba ainda que dá ibope. Por isso, o bobo acha que tem o poder enquanto todos riem dele. Isso é poder?
Aprendi que amigos vão e vêm, isso já disse o rei Bial em alguma de suas citações. Mas ele também disse que devemos cultivar os poucos e bons. Fazendo um balanço dos meus poucos, vi que não são tão poucos assim, mas eles são muito bons. São sim!
Aprendi que não somos nós que devemos perdoar tudo e todos. Temos sim, o dever de deixá-los tranquilos, mas quem deve julgá-los é alguém que esteja acima de todos nós. E este, com toda a certeza, vai ser justo. Vai sim!
Aprendi que raiva, rancor, mágoa vão estar presente em nós em um dado momento, mas não temos de cultivar esses sentimentos. Tem de ser passageiro. Temos tantos motivos para sermos felizes. E se querem nos ver mal, deixa. O mesmo alguém que vai julgar, vai também se encarregar de todos os supérfluos. Aliás, não deseje o mal a ninguém. Tudo o que a gente deseja aos outros, volta em dobro para nós. Volta sim!
Aprendi que a indiferença é pior do que a discussão ou briga. É angustiante. Mas é a melhor opção em certas ocasiões. E que vale a pena em alguns momentos. Vale sim!
Aprendi e aprendi mesmo que não devo ter mais mau humor. Tenho dois braços, duas pernas, sou saudável, tenho uma família em que todos gostam de mim, tenho o meu anjo (e sou um também) e sei usufruir muito bem de tudo isso. Sei também que tenho muito mais para ganhar do que para perder. Até porque se você perde alguma coisa, é porque você nunca as teve, de fato. Então, como posso sentir por perder algo que não vai me fazer falta?
Aprendi que a minha franqueza é a minha maior característica. Se é bom? Não sei. Talvez. Mas me faz sentir tão bem. Com a consciência tranquila e limpa. Assim como eu sou. Tranquilo (na maioria das vezes) e limpo (física e mentalmente). Sempre fui "certinho" e acho que sempre serei. Posso não ser a melhor pessoa do mundo, mas tento ser. Sempre não gostei de ser chamado a atenção por algum erro, por isso faço de tudo para não errar. No entanto, tenho consciência de que é inevitável. E é aí, também, que a gente aprende.
Aprendi que escrever, para mim, é mais do que o meu trabalho. É um hobby. É uma dedicação. É o que sei e gosto de fazer. Por isso, vou voltar a escrever aqui regularmente. Podem esperar! Como eu estou? FELIZ. E vc? Como está? Tem mais motivos para estar como? Pense nos outros, mas ame a você mesmo acima de tudo e deseje para todos o que você gostaria que voltasse para você. Creio eu que só coisas boas, não?!?
Votarei em breve, prometo!!
sábado, 11 de abril de 2009
Vamos seguir...
Grandes Pessoas...
Há muito tempo não apareço por aqui, não é verdade? Mas tem uma explicação... o pouco tempo, já que passo o dia inteiro fora de casa e a quantidade absurda de trabalho, não me deixam atualizar esse blog com a dedicação que eu gostaria.
Mas hoje, feriado (até nos feriados está sendo difícil eu ter uma folguinha), vim aqui pra fazer o que mais gosto na vida: escrever. No entanto, não é para o que o blog se propõe - escrever notícias ou matérias 'leves'. E sim, para falar um pouco de mim. Não, não quero fazer qualquer tipo de lobby.
Começo fazendo uma pergunta: por que é tão difícil lidar com as pessoas? É impressionante como cada ser humano é completamente diferente um do outro. Claro, isso é bom porque senão ia ser um mundo extremamente monótono, mas eu quero tocar no ponto das 'diferenças-defeitos'.
Por muitas vezes nos privamos de fazer e/ou falar certas coisas para não magoar ninguém. Entretanto, na primeira oportunidade que essa terceira pessoa tem, ela te joga um balde de água fria, capaz de te resfriar por um mês. É aí, que vem, no meu ver, um dos piores sentimentos, a decepção.
Se pudesse, eu retiraria essa palavra da Língua Portuguesa e todos os seus sinônimos. Se bem que agora não me vem nenhum na mente. Deve ser porque é tão forte que ela por si só já basta.
Um pensamento que eu tenho, ou melhor, fui ensinado a ter é: "Nunca faça com ninguém o que não gostaria que fizessem com você". E acho que esta foi amelhor frase que já ouvi na vida. Quer dizer, a melhor não, a melhor é, com certeza, um "eu te amo" sincero.
"Um 'eu te amo' sincero". Ah, é tão raro isso hoje em dia. Mas enfim, continuo acreditando que existem pessoas boas e, parafraseando o Chaves, que não devem amar os seus inimigos.
Bom, voltando ao 'balde de água fria', eu, como otimista que sou, levo para o melhor sentido da frase, e penso que tudo de ruim que a gente passa na vida, todas as situações que não gostaríamos, mas que são necessárias, servem para nos fazer crescer. Faz a gente crescer como ser humano, faz a gente se fortalecer e estar preparado para o próximo (que esperamos sempre que não tenha).
Eu tenho uma ideia para vocês: mesmo que alguém te faça sofrer, te decepcione, te jogue esse balde, aja com o coração. Se for necessário, fique sem falar com quem te fez sofrer, nem que tenha sido por 20 minutos. Pois, mais uma vez, na minha visão, quem ama de verdade não te magoa.
Hoje eu me despeço por aqui. Não sei quando voltarei, espero que logo e com um post mais animadinho. Com uma notícia ou qualquer assunto que seja mais parecido comigo. Com esse meu 'Jeito Moleque' de ser que muita gente confunde. Mas eu continuo crescendo e termino com um dos mestres do samba: Descobri sem querer a vida. VERDADE. Salve, Zeca!
Grande beijo para grandes pessoas...
Há muito tempo não apareço por aqui, não é verdade? Mas tem uma explicação... o pouco tempo, já que passo o dia inteiro fora de casa e a quantidade absurda de trabalho, não me deixam atualizar esse blog com a dedicação que eu gostaria.
Mas hoje, feriado (até nos feriados está sendo difícil eu ter uma folguinha), vim aqui pra fazer o que mais gosto na vida: escrever. No entanto, não é para o que o blog se propõe - escrever notícias ou matérias 'leves'. E sim, para falar um pouco de mim. Não, não quero fazer qualquer tipo de lobby.
Começo fazendo uma pergunta: por que é tão difícil lidar com as pessoas? É impressionante como cada ser humano é completamente diferente um do outro. Claro, isso é bom porque senão ia ser um mundo extremamente monótono, mas eu quero tocar no ponto das 'diferenças-defeitos'.
Por muitas vezes nos privamos de fazer e/ou falar certas coisas para não magoar ninguém. Entretanto, na primeira oportunidade que essa terceira pessoa tem, ela te joga um balde de água fria, capaz de te resfriar por um mês. É aí, que vem, no meu ver, um dos piores sentimentos, a decepção.
Se pudesse, eu retiraria essa palavra da Língua Portuguesa e todos os seus sinônimos. Se bem que agora não me vem nenhum na mente. Deve ser porque é tão forte que ela por si só já basta.
Um pensamento que eu tenho, ou melhor, fui ensinado a ter é: "Nunca faça com ninguém o que não gostaria que fizessem com você". E acho que esta foi amelhor frase que já ouvi na vida. Quer dizer, a melhor não, a melhor é, com certeza, um "eu te amo" sincero.
"Um 'eu te amo' sincero". Ah, é tão raro isso hoje em dia. Mas enfim, continuo acreditando que existem pessoas boas e, parafraseando o Chaves, que não devem amar os seus inimigos.
Bom, voltando ao 'balde de água fria', eu, como otimista que sou, levo para o melhor sentido da frase, e penso que tudo de ruim que a gente passa na vida, todas as situações que não gostaríamos, mas que são necessárias, servem para nos fazer crescer. Faz a gente crescer como ser humano, faz a gente se fortalecer e estar preparado para o próximo (que esperamos sempre que não tenha).
Eu tenho uma ideia para vocês: mesmo que alguém te faça sofrer, te decepcione, te jogue esse balde, aja com o coração. Se for necessário, fique sem falar com quem te fez sofrer, nem que tenha sido por 20 minutos. Pois, mais uma vez, na minha visão, quem ama de verdade não te magoa.
Hoje eu me despeço por aqui. Não sei quando voltarei, espero que logo e com um post mais animadinho. Com uma notícia ou qualquer assunto que seja mais parecido comigo. Com esse meu 'Jeito Moleque' de ser que muita gente confunde. Mas eu continuo crescendo e termino com um dos mestres do samba: Descobri sem querer a vida. VERDADE. Salve, Zeca!
Grande beijo para grandes pessoas...
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
O vilão das estradas não é o álcool
Governo cria lei que proíbe a ingestão de álcool ao dirigir; mas acidentes continuam
No Brasil, pela lei de 19 de junho deste ano, quem for pego dirigindo com qualquer concentração de álcool será submetido à multa de R$ 955,00 e à suspensão do direito de dirigir por um ano, além de sofrer infração gravíssima, com sete pontos em carteira. Antes, era permitida a ingestão de até 6 decigramas de álcool por litro de sangue - o equivalente a dois copos de cerveja.
Contudo, nessas últimas semanas, acidentes graves ocorreram em diferentes estados do Brasil. Dentre os principais, destacam-se a colisão entre o ônibus e um caminhão em uma rodovia na região norte, um acidente em Pernambuco que matou dezenas de estudantes; e o acidente na Bahia com a van que vitimou 11 pessoas.
Nenhum deles envolveu a combinação álcool e direção. O que chama a atenção é o comportamento da mídia em relação a esses acidentes. A mídia não consegue explicar que mesmo após a Lei Seca e mesmo após a tanta espetacularização a respeito desta, os acidentes continuam acontecendo e de forma violenta.
Nas rodovias, a fiscalização do bafômetro existia mesmo antes da Lei Seca. Na lei anterior só quem fiscalizava com bafômetro era a Polícia Rodoviária Federal. O que acontece é que tentaram achar um bode expiatório para o trânsito violento e de uma forma intolerante jogaram toda responsabilidade nos motoristas, de uma forma geral. E o álcool tornou-se o grande vilão do trânsito.
O problema é complexo. Falta educação para o trânsito, carteiras de habilitação são vendidas no balaio, veículos caindo aos pedaços trafegam por nossas vias e rodovias e a maioria dos agentes de trânsito é mal preparada e mal- remunerada, o que dá margens à corrupção, onde apenas os menos favorecidos são realmente fiscalizados.
E o que o Estado faz? Cria uma lei em que toda a responsabilidade é jogada para o cidadão, e pune de forma generalizada uma grande maioria, penalizada pelas atitudes de uma minoria, mostrando toda sua incapacidade de lidar com o problema. Dezenas de vidas foram limadas nas últimas semanas e o álcool não tava presente, ou seja, não é ele o grande vilão dessa história.
sábado, 9 de agosto de 2008
O poder das palavras

A cada dia que passa fico mais impressionado com o poder que algumas palavras podem exercer sobre as pessoas. Comigo, pelo menos, é assim. Desde criança sou assim. Uma frase dita num momento qualquer, de qualquer maneira, pode me deixar muito mal.E parece que o tempo não conseguiu realizar essa mudança. Aliás, o tempo não mudou quase nada em mim, nem a cara! (hahahah)Quando estava no Ensino Fundamental, uma professora de Língua Portuguesa, Nilcéa, contou uma histórinha. Ela disse que uma vírgula pode mudar o rumo da vida de uma pessoa. Nas linhas que se seguem vou contar o que ouvi dela. Certa vez, um homem estava sob julgamento por ter cometido um crime. Ele ia ser condenado pelo corpo de jurados, mas um deles sabia que esse homem era inocente. Portanto, na hora de assinar a ata, ele alterou a frase que era a seguinte: "Condenado, não absolvo." Como o jurado tinha certeza da inocência do réu, alterou o documento que ficou da seguinte forma: "Condenado, não, absolvo."
O que ela quis dizer ao contar essa história? Que um detalhe na comunicação pode fazer toda a diferença. E isso não se restringe somente às frases escritas. Na sua oralidade, a escolha das palavras e a forma com que você as dirige às pessoas são de suma importância.
Ainda digo mais, cada palavra é única. Traduz perfeitamente o que você quer dizer. Talvez seja por isso que não acredito em sinônimos, pois nada quer dizer alguma coisa...
Palavra é a tradução do que se sente. Pense nisso!
O que ela quis dizer ao contar essa história? Que um detalhe na comunicação pode fazer toda a diferença. E isso não se restringe somente às frases escritas. Na sua oralidade, a escolha das palavras e a forma com que você as dirige às pessoas são de suma importância.
Ainda digo mais, cada palavra é única. Traduz perfeitamente o que você quer dizer. Talvez seja por isso que não acredito em sinônimos, pois nada quer dizer alguma coisa...
Palavra é a tradução do que se sente. Pense nisso!
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
O começo...

Sonhar não custa nada e o meu sonho é tão real. Devido aos últimos acontecimentos, não tinha como começar esse post de outra forma. Abertura criativa (ou nem tanto), como ensinado por Maristela Fittipaldi, uma das responsáveis por fazer eu conquistar o início da minha carreira.
Pois é, às vezes a gente acha que alguma coisa é impossível e não se dá conta de que o impossível é apenas uma parte de um desafio que deve ser enfrentado. Quando você quiser alguma coisa, busque, trabalhe e lute por ela. Sem esforço e dedicação você não conseguirá mesmo!
Nunca se menospreze. Nunca ache que você é incapaz. Nunca diga nunca. Pois, segundo Luís Carlos Veríssimo, quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas. E não é que é verdade?!?
Para alguns esse post está meio abstrato. Outros entenderão perfeitamente. Alguns o lerão e se sentirão auto-ajudados, mas ele é simplesmente uma parte da expressão do sentimento que o autor tem no momento e que não caberia nem em um oceano, muito menos transcritos em alguns meros caracteres.
Hoje, agradeço a todos que de alguma forma contribuíram para que eu sinta o que estou sentindo nesse momento. Àqueles que me ajudaram direta ou indiretamente. À família que sempre acreditou em mim. Aos verdadeiros amigos que estão do meu lado, dia-a-dia, que ficaram felizes por cada etapa concluída com sucesso. Aos meus professores e à minha eterna supervisora (Vanessa Santos) que corrigem diariamente os meus erros, e que, segundo um deles, "quanto mais chochado, mais chances você terá no mercado", não é, Joseti? E a Deus, que não preciso nem comentarrr...
Se você ainda não alcançou aquilo que quer, espere, porque tudo o que é seu está guardado e como diz a Xuxa, o que tiver que ser, será!
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Tecnostress

Em pleno século 21, muita gente não tem acesso ao mundo digital. Existem também, aqueles que não conseguem viver sem Internet. Algumas pessoas sofrem lesões na visão devido ao tempo em que passam na frente do computador, e por isso, são proibidas de usar certos meios tecnológicos. Tal fato tem gerado um novo tipo de doença: o Tecnostress.
Tecnostress é a irritação causada pelo excesso ou pela falta de uso dos aparelhos eletrônicos e a dependência de aparelhos como o celular, a televisão e principalmente o computador. O usuário que fica mais de seis horas no computador pode ser considerado um portador de Tecnostress.
O e-mail se tornou o principal meio de comunicação entre a maioria dos profissionais por ser mais rápido, fácil e seu custo praticamente zero. Executivos e profissionais estão completamente dependentes de abrir suas caixas de mensagens assim que chegam ao seu local de trabalho e com um espaço de tempo cada vez mais curto para checá-las. A impossibilidade de visualização gera a irritação, aumentando a ansiedade e alterando o estado de espírito dessas pessoas.
O notebook possibilitou o acesso remoto e móvel à internet. Mas ainda apresenta limitações porque não se pode carregá-lo para qualquer lugar, e também porque é necessária a existência de uma linha telefônica ou de uma rede Wi-Fi (sem fios).
O celular é outro gerador dessa “doença”. Apesar da agilidade na comunicação, e de (teoricamente) se comunicar onde quer que esteja, por muitas vezes essa conexão não é possível. Isso acontece quando descarrega a bateria do aparelho, quando a operadora não cobre a área em que o sujeito estiver, quando a fatura do serviço telefônico não está paga ou até mesmo quando a outra pessoa não atende a ligação.
No site de relacionamentos Orkut, existe uma comunidade abordando esse tema. Em um dos tópicos, há um fórum no qual a maioria dos internautas diz já ter tentado parar de se conectar à Internet, ficar sem celular, porém, não conseguem.
Para Jéssica Cavalheiro, membro de uma das comunidades, o celular vicia: “Uso ele (celular) para ver as horas, despertar, trocar mensagens, fazer novos amigos. É quase impossível ficar sem conferi-lo por dez minutos. Às vezes fico com os dedos cansados de tanto teclar nele”, disse.
Atualmente é comum vermos em festas ou em outro evento qualquer, pessoas no celular, resolvendo problemas ou até mesmo questões de trabalho. O mais curioso é que alguns ainda ficam felizes por estarem conectados em tempo integral. Para estas pessoas, certamente o conceito de qualidade de vida e lazer, ganhou outra visão.
Se você passa mais de seis horas no computador, o seu aparelho celular fica disponível vinte e quatro horas por dia, é viciado em jogos online, todos os dias está conectado ao MSN, não fica em casa sem a televisão ligada, e se irrita, caso algum desses aparelhos não funcione, cuidado! Você sofre de Tecnostress.
Tecnostress é a irritação causada pelo excesso ou pela falta de uso dos aparelhos eletrônicos e a dependência de aparelhos como o celular, a televisão e principalmente o computador. O usuário que fica mais de seis horas no computador pode ser considerado um portador de Tecnostress.
O e-mail se tornou o principal meio de comunicação entre a maioria dos profissionais por ser mais rápido, fácil e seu custo praticamente zero. Executivos e profissionais estão completamente dependentes de abrir suas caixas de mensagens assim que chegam ao seu local de trabalho e com um espaço de tempo cada vez mais curto para checá-las. A impossibilidade de visualização gera a irritação, aumentando a ansiedade e alterando o estado de espírito dessas pessoas.
O notebook possibilitou o acesso remoto e móvel à internet. Mas ainda apresenta limitações porque não se pode carregá-lo para qualquer lugar, e também porque é necessária a existência de uma linha telefônica ou de uma rede Wi-Fi (sem fios).
O celular é outro gerador dessa “doença”. Apesar da agilidade na comunicação, e de (teoricamente) se comunicar onde quer que esteja, por muitas vezes essa conexão não é possível. Isso acontece quando descarrega a bateria do aparelho, quando a operadora não cobre a área em que o sujeito estiver, quando a fatura do serviço telefônico não está paga ou até mesmo quando a outra pessoa não atende a ligação.
No site de relacionamentos Orkut, existe uma comunidade abordando esse tema. Em um dos tópicos, há um fórum no qual a maioria dos internautas diz já ter tentado parar de se conectar à Internet, ficar sem celular, porém, não conseguem.
Para Jéssica Cavalheiro, membro de uma das comunidades, o celular vicia: “Uso ele (celular) para ver as horas, despertar, trocar mensagens, fazer novos amigos. É quase impossível ficar sem conferi-lo por dez minutos. Às vezes fico com os dedos cansados de tanto teclar nele”, disse.
Atualmente é comum vermos em festas ou em outro evento qualquer, pessoas no celular, resolvendo problemas ou até mesmo questões de trabalho. O mais curioso é que alguns ainda ficam felizes por estarem conectados em tempo integral. Para estas pessoas, certamente o conceito de qualidade de vida e lazer, ganhou outra visão.
Se você passa mais de seis horas no computador, o seu aparelho celular fica disponível vinte e quatro horas por dia, é viciado em jogos online, todos os dias está conectado ao MSN, não fica em casa sem a televisão ligada, e se irrita, caso algum desses aparelhos não funcione, cuidado! Você sofre de Tecnostress.
segunda-feira, 23 de junho de 2008

O título de cão mais feio do mundo pertence ao cachorro cristado chinês Gus. Os jurados consideraram as três patas, a falta de dentes, a ausência de pêlos ítens fundamentais para a escolha do Mister Feiúra.
O título, entretanto, não esteve o tempo todo nas patas de Gus. Seus concorrentes tinham língua torta, pêlos irregulares e ligeiros desvios de "simetria facial". Um dos favoritos nas enquetes do site do concurso era Elwood, que foi o vencedor em 2007.
Essa notícia seria muito engraçadinha se esse concurso se tratasse apenas de cães "feios". Porém, é de extremo mau gosto fazer um concurso onde cachorros doentes são eleitos os mais feios. Gus, por exemplo, sofre de câncer e os donos do animal vão destinar o prêmio de US$1.600 para o tratamento do cão.
- Agora poderemos investir a vitória na radioterapia de Gus - disse Jeanenne Teed, dona de Gus.
É uma pena que muitas pessoas se aproveitem dos defeitos alheios, até de animais, como é o caso, para se promoverem. Talvez o intuito dos idealizadores do concurso nem tenha sido esse, mas fazer uma disputa entre animais doentes para que sirvam de entretenimento, ninguém merece!
domingo, 8 de junho de 2008
120 Horas de Comunicação


Mais de 72 horas de pura ralação. Assim posso descrever o ritmo frenético da última semana. O evento no qual fui repórter, foi considerado, o melhor dos últimos tempos. E mais, me saí bem na função, segundo quem entende do negócio!
O trabalho, pra mim, começou na segunda-feira quando a equipe de repórteres se uniu para ver a pauta de cada um. Raphael Bittencourt - Bittinho- e Pedro Henrique - Pedroka- me ajudaram a completar o time que apareceria em frente às câmeras e assistiram todas as palestras e mesas redondas incluídas na programação.
Não sabia que era tão bom fazer entrevistas tanto de rua quanto no estúdio, teatro, enfim... Devo isso à minha supervisora/produtora Vanessa Santos, que a cada dia me ajuda (e muito) a desenvolver os meus talentos para o jornalismo. Minha PIMA, tá bõ?A melhor palestra? Para mim, a de jornalismo de celebridade... Ainda vou na redação da Caras. Será que a Luciana vai me dar um emprego? Tomara!
Pra fechar essa maratona que se chamou 24 Horas de Comunicação, um rodízio de pizzas. O que mais eu quero? Jornalismo, Faculdade CCAA, Amigos, bom trabalho, dedicação... Foi uma semana perfeita!
Quando achei que todo o trabalho já havia acabado, surge o programa Debate, que dessa vez, não fui repórter, mas participei de alguns detalhes da edição e fiquei na platéia para discutir sobre Ética no jornalismo.
No post de hoje quero fazer alguns agradecimentos e congratulações:
Pedroka - Amigo e repórter que estava perfeito em todas as entrevistas e está sempre junto;
Bittinho - repórter e amigo, parabéns... segurou a onda até quando retiraram o microfone de suas mãos e ainda foi Charles Chaplin por algumas horas;
Vanessa - minha produtora, chefe, amiga, olheira, minha pima... muito obrigado por tudo!
Bruno - que tá sempre junto, incentivando até nas horas em que acho que não tenho mais condições de fazer nada;
Rafael Moura - amigo e que se dedica sempre a todos os trabalhos e projetos e sempre tem boas idéias!
Itamar - Como sempre trabalhou muito! E bem! Tá sempre disposto a ajudar em todos os projetos... Brigadão!!
E a todos os outros que estiveram envolvidos nesse evento: Aninha, Bruninho, Fernanda Binato, Gisele Paris, Roberta, Ibsen, Mariana, Marcelo, Bruno Jay Z, Paulo, David... TODOS!
Mas tenho um agradecimento em especial que é pra ela, minha Sister, amiga, colega, parceirona, Amanda Ribeiro que fez uma homenagem pra mim, que vou lembrar até o último dia da minha vida. Uma vez, aprendi que carinho não se agradece... e agora? Obrigado, Deus! Por ter colocado essa menina toda especial na minha vida!!domingo, 1 de junho de 2008
What the bleep do we know?

Mais uma novela chegou ao fim, ontem, na Rede Globo. Duas Caras abordou entre outros, temas como vingança, indoneidade, perdão e honestidade. Honestidade, palavra que é tão incomum no mundo atual.
Pois é, o que deveria ser normal acaba virando notícia. Como o caso de Dona Hilda que é conhecida em Caibi (SC), cidade onde mora, por jogar sempre os mesmos números na loteria, até o dia em que ela conferiu um bilhete errado e jogou no lixo da casa lotérica. Dias depois, a dona do lugar achou o bilhete e devolveu à ganhadora.
Pelo menos 80% da população não faria isso. Não sei se EU o faria! Sei que é clichê, mas se cada um fizesse algo parecido, todos os dias, tal situação seria tão comum que não viraria notícia e o contrário, sim.
O que falar de Maria Paula e Marconi Ferraço que ficaram tão conhecidos nos últimos meses? Ele deu o golpe do baú na moça, a deixou grávida e fugiu. Trocou até de identidade, de fisionomia e se tornou um dos homens mais ricos do país. Ela, por sua vez, o reencontrou e quis vingança, outro sentimento inerente ao ser humano.
Casaram-se sob condições que ela mesma fez questão de anunciar. Ferraço se entregou à polícia para poder se regenerar dos crimes que cometera. E pediu que Maria Paula e seu filho o aguardasse somente na saída da prisão. Dois anos depois, no dia em que ficou livre, Ferraço não encontrou ninguém à sua espera.
Maria Paula havia vendido todos os bens do marido e se mudado para outra cidade, deixando-o na miséria, o mesmo que ele fez com ela. Porém, como uma daquelas pessoas que fazem falta atualmente, tudo isso não passava de um susto. Ela queria apenas que ele sentisse por algumas horas o que ela sentiu por 10 anos. Já que antes de viajar, Maria Paula deixou uma passagem aérea no nome do marido para ir de encontro a ela.
E você, perdoaria alguém que roubou todo o seu dinheiro? Alguém que te deixou sozinho? Aceitaria viver ao lado de uma pessoa apenas para se vingar? Colocaria sua honestidade em prova por dinheiro? São muitas questões que fazem uma pessoa se tornar A Favorita de outra, mas essa já é outra novela...
Pois é, o que deveria ser normal acaba virando notícia. Como o caso de Dona Hilda que é conhecida em Caibi (SC), cidade onde mora, por jogar sempre os mesmos números na loteria, até o dia em que ela conferiu um bilhete errado e jogou no lixo da casa lotérica. Dias depois, a dona do lugar achou o bilhete e devolveu à ganhadora.
Pelo menos 80% da população não faria isso. Não sei se EU o faria! Sei que é clichê, mas se cada um fizesse algo parecido, todos os dias, tal situação seria tão comum que não viraria notícia e o contrário, sim.
O que falar de Maria Paula e Marconi Ferraço que ficaram tão conhecidos nos últimos meses? Ele deu o golpe do baú na moça, a deixou grávida e fugiu. Trocou até de identidade, de fisionomia e se tornou um dos homens mais ricos do país. Ela, por sua vez, o reencontrou e quis vingança, outro sentimento inerente ao ser humano.
Casaram-se sob condições que ela mesma fez questão de anunciar. Ferraço se entregou à polícia para poder se regenerar dos crimes que cometera. E pediu que Maria Paula e seu filho o aguardasse somente na saída da prisão. Dois anos depois, no dia em que ficou livre, Ferraço não encontrou ninguém à sua espera.
Maria Paula havia vendido todos os bens do marido e se mudado para outra cidade, deixando-o na miséria, o mesmo que ele fez com ela. Porém, como uma daquelas pessoas que fazem falta atualmente, tudo isso não passava de um susto. Ela queria apenas que ele sentisse por algumas horas o que ela sentiu por 10 anos. Já que antes de viajar, Maria Paula deixou uma passagem aérea no nome do marido para ir de encontro a ela.
E você, perdoaria alguém que roubou todo o seu dinheiro? Alguém que te deixou sozinho? Aceitaria viver ao lado de uma pessoa apenas para se vingar? Colocaria sua honestidade em prova por dinheiro? São muitas questões que fazem uma pessoa se tornar A Favorita de outra, mas essa já é outra novela...
Até o próximo... e uma ÓTIMA SEMANA! ;)
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Até que a morte os separe. Será?!

O americano Bill Bramanti (foto), de 67 anos, não quer se separar da cerveja nem quando morrer. Ele encomendou um caixão no formato de uma lata da bebida alcoólica à profissionais de Chicago Heights, nos Estados Unidos, e quer, assim, eternizar sua paixão para com a sua cerveja favorita - a Pabst Blue Ribbon.
A encomenda assume as formas da lata e ostenta a mesma decoração em azul e vermelho. O resultado final agradou inclusive à sua filha, Cathy Bramanti, de 42 anos. O norte-americano, residente em Illinois, diz que não tem pressa de morrer.
Como um bom apreciador da loirinha gelada, até ao dia fatídico, usará o caixão da melhor forma: depósito de cerveja em gelo, para partilhar com os amigos.
O bom é que ele ainda recicla as próprias idéias. Se ele conhecesse o Projeto Luixo ia adorar... (comentarei sobre esse projeto num próximo post!)
Domingo estarei aqui novamente comentado sobre o fato que mais me chamou atenção durante a semana. Até lá...
Ps: Ainda não encontrei meu nome na lista da Forbes!
domingo, 25 de maio de 2008
Primeira Página

Feature ou Matéria leve - texto com informações pitorescas ou inusitadas, que não prejudicam ou colocam ninguém em risco; muitas vezes este tipo de matéria beira o entretenimento...
É isso! O Features Online é composto de matérias leves que beiram o entretenimento. Porém, o diferencial será a opinião de um quase jornalista que assim como o publicitário Robert Orben, lê todos os dias as páginas da Forbes, para ver se seu nome consta na lista dos mais ricos do mundo. Como não o encontra, vai trabalhar!
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