quarta-feira, 9 de julho de 2008

Tecnostress


Em pleno século 21, muita gente não tem acesso ao mundo digital. Existem também, aqueles que não conseguem viver sem Internet. Algumas pessoas sofrem lesões na visão devido ao tempo em que passam na frente do computador, e por isso, são proibidas de usar certos meios tecnológicos. Tal fato tem gerado um novo tipo de doença: o Tecnostress.
Tecnostress é a irritação causada pelo excesso ou pela falta de uso dos aparelhos eletrônicos e a dependência de aparelhos como o celular, a televisão e principalmente o computador. O usuário que fica mais de seis horas no computador pode ser considerado um portador de Tecnostress.
O e-mail se tornou o principal meio de comunicação entre a maioria dos profissionais por ser mais rápido, fácil e seu custo praticamente zero. Executivos e profissionais estão completamente dependentes de abrir suas caixas de mensagens assim que chegam ao seu local de trabalho e com um espaço de tempo cada vez mais curto para checá-las. A impossibilidade de visualização gera a irritação, aumentando a ansiedade e alterando o estado de espírito dessas pessoas.
O notebook possibilitou o acesso remoto e móvel à internet. Mas ainda apresenta limitações porque não se pode carregá-lo para qualquer lugar, e também porque é necessária a existência de uma linha telefônica ou de uma rede Wi-Fi (sem fios).
O celular é outro gerador dessa “doença”. Apesar da agilidade na comunicação, e de (teoricamente) se comunicar onde quer que esteja, por muitas vezes essa conexão não é possível. Isso acontece quando descarrega a bateria do aparelho, quando a operadora não cobre a área em que o sujeito estiver, quando a fatura do serviço telefônico não está paga ou até mesmo quando a outra pessoa não atende a ligação.
No site de relacionamentos Orkut, existe uma comunidade abordando esse tema. Em um dos tópicos, há um fórum no qual a maioria dos internautas diz já ter tentado parar de se conectar à Internet, ficar sem celular, porém, não conseguem.
Para Jéssica Cavalheiro, membro de uma das comunidades, o celular vicia: “Uso ele (celular) para ver as horas, despertar, trocar mensagens, fazer novos amigos. É quase impossível ficar sem conferi-lo por dez minutos. Às vezes fico com os dedos cansados de tanto teclar nele”, disse.
Atualmente é comum vermos em festas ou em outro evento qualquer, pessoas no celular, resolvendo problemas ou até mesmo questões de trabalho. O mais curioso é que alguns ainda ficam felizes por estarem conectados em tempo integral. Para estas pessoas, certamente o conceito de qualidade de vida e lazer, ganhou outra visão.
Se você passa mais de seis horas no computador, o seu aparelho celular fica disponível vinte e quatro horas por dia, é viciado em jogos online, todos os dias está conectado ao MSN, não fica em casa sem a televisão ligada, e se irrita, caso algum desses aparelhos não funcione, cuidado! Você sofre de Tecnostress.

segunda-feira, 23 de junho de 2008



O título de cão mais feio do mundo pertence ao cachorro cristado chinês Gus. Os jurados consideraram as três patas, a falta de dentes, a ausência de pêlos ítens fundamentais para a escolha do Mister Feiúra.

O título, entretanto, não esteve o tempo todo nas patas de Gus. Seus concorrentes tinham língua torta, pêlos irregulares e ligeiros desvios de "simetria facial". Um dos favoritos nas enquetes do site do concurso era Elwood, que foi o vencedor em 2007.

Essa notícia seria muito engraçadinha se esse concurso se tratasse apenas de cães "feios". Porém, é de extremo mau gosto fazer um concurso onde cachorros doentes são eleitos os mais feios. Gus, por exemplo, sofre de câncer e os donos do animal vão destinar o prêmio de US$1.600 para o tratamento do cão.

- Agora poderemos investir a vitória na radioterapia de Gus - disse Jeanenne Teed, dona de Gus.

É uma pena que muitas pessoas se aproveitem dos defeitos alheios, até de animais, como é o caso, para se promoverem. Talvez o intuito dos idealizadores do concurso nem tenha sido esse, mas fazer uma disputa entre animais doentes para que sirvam de entretenimento, ninguém merece!

domingo, 8 de junho de 2008

120 Horas de Comunicação











Mais de 72 horas de pura ralação. Assim posso descrever o ritmo frenético da última semana. O evento no qual fui repórter, foi considerado, o melhor dos últimos tempos. E mais, me saí bem na função, segundo quem entende do negócio!





O trabalho, pra mim, começou na segunda-feira quando a equipe de repórteres se uniu para ver a pauta de cada um. Raphael Bittencourt - Bittinho- e Pedro Henrique - Pedroka- me ajudaram a completar o time que apareceria em frente às câmeras e assistiram todas as palestras e mesas redondas incluídas na programação.





Não sabia que era tão bom fazer entrevistas tanto de rua quanto no estúdio, teatro, enfim... Devo isso à minha supervisora/produtora Vanessa Santos, que a cada dia me ajuda (e muito) a desenvolver os meus talentos para o jornalismo. Minha PIMA, tá bõ?




A melhor palestra? Para mim, a de jornalismo de celebridade... Ainda vou na redação da Caras. Será que a Luciana vai me dar um emprego? Tomara!





Pra fechar essa maratona que se chamou 24 Horas de Comunicação, um rodízio de pizzas. O que mais eu quero? Jornalismo, Faculdade CCAA, Amigos, bom trabalho, dedicação... Foi uma semana perfeita!





Quando achei que todo o trabalho já havia acabado, surge o programa Debate, que dessa vez, não fui repórter, mas participei de alguns detalhes da edição e fiquei na platéia para discutir sobre Ética no jornalismo.




No post de hoje quero fazer alguns agradecimentos e congratulações:





Pedroka - Amigo e repórter que estava perfeito em todas as entrevistas e está sempre junto;




Bittinho - repórter e amigo, parabéns... segurou a onda até quando retiraram o microfone de suas mãos e ainda foi Charles Chaplin por algumas horas;




Vanessa - minha produtora, chefe, amiga, olheira, minha pima... muito obrigado por tudo!






Bruno - que tá sempre junto, incentivando até nas horas em que acho que não tenho mais condições de fazer nada;




Rafael Moura - amigo e que se dedica sempre a todos os trabalhos e projetos e sempre tem boas idéias!




Itamar - Como sempre trabalhou muito! E bem! Tá sempre disposto a ajudar em todos os projetos... Brigadão!!




E a todos os outros que estiveram envolvidos nesse evento: Aninha, Bruninho, Fernanda Binato, Gisele Paris, Roberta, Ibsen, Mariana, Marcelo, Bruno Jay Z, Paulo, David... TODOS!










Mas tenho um agradecimento em especial que é pra ela, minha Sister, amiga, colega, parceirona, Amanda Ribeiro que fez uma homenagem pra mim, que vou lembrar até o último dia da minha vida. Uma vez, aprendi que carinho não se agradece... e agora? Obrigado, Deus! Por ter colocado essa menina toda especial na minha vida!!






























domingo, 1 de junho de 2008

What the bleep do we know?


Mais uma novela chegou ao fim, ontem, na Rede Globo. Duas Caras abordou entre outros, temas como vingança, indoneidade, perdão e honestidade. Honestidade, palavra que é tão incomum no mundo atual.
Pois é, o que deveria ser normal acaba virando notícia. Como o caso de Dona Hilda que é conhecida em Caibi (SC), cidade onde mora, por jogar sempre os mesmos números na loteria, até o dia em que ela conferiu um bilhete errado e jogou no lixo da casa lotérica. Dias depois, a dona do lugar achou o bilhete e devolveu à ganhadora.
Pelo menos 80% da população não faria isso. Não sei se EU o faria! Sei que é clichê, mas se cada um fizesse algo parecido, todos os dias, tal situação seria tão comum que não viraria notícia e o contrário, sim.
O que falar de Maria Paula e Marconi Ferraço que ficaram tão conhecidos nos últimos meses? Ele deu o golpe do baú na moça, a deixou grávida e fugiu. Trocou até de identidade, de fisionomia e se tornou um dos homens mais ricos do país. Ela, por sua vez, o reencontrou e quis vingança, outro sentimento inerente ao ser humano.
Casaram-se sob condições que ela mesma fez questão de anunciar. Ferraço se entregou à polícia para poder se regenerar dos crimes que cometera. E pediu que Maria Paula e seu filho o aguardasse somente na saída da prisão. Dois anos depois, no dia em que ficou livre, Ferraço não encontrou ninguém à sua espera.
Maria Paula havia vendido todos os bens do marido e se mudado para outra cidade, deixando-o na miséria, o mesmo que ele fez com ela. Porém, como uma daquelas pessoas que fazem falta atualmente, tudo isso não passava de um susto. Ela queria apenas que ele sentisse por algumas horas o que ela sentiu por 10 anos. Já que antes de viajar, Maria Paula deixou uma passagem aérea no nome do marido para ir de encontro a ela.
E você, perdoaria alguém que roubou todo o seu dinheiro? Alguém que te deixou sozinho? Aceitaria viver ao lado de uma pessoa apenas para se vingar? Colocaria sua honestidade em prova por dinheiro? São muitas questões que fazem uma pessoa se tornar A Favorita de outra, mas essa já é outra novela...


Até o próximo... e uma ÓTIMA SEMANA! ;)

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Até que a morte os separe. Será?!



O americano Bill Bramanti (foto), de 67 anos, não quer se separar da cerveja nem quando morrer. Ele encomendou um caixão no formato de uma lata da bebida alcoólica à profissionais de Chicago Heights, nos Estados Unidos, e quer, assim, eternizar sua paixão para com a sua cerveja favorita - a Pabst Blue Ribbon.

A encomenda assume as formas da lata e ostenta a mesma decoração em azul e vermelho. O resultado final agradou inclusive à sua filha, Cathy Bramanti, de 42 anos. O norte-americano, residente em Illinois, diz que não tem pressa de morrer.

Como um bom apreciador da loirinha gelada, até ao dia fatídico, usará o caixão da melhor forma: depósito de cerveja em gelo, para partilhar com os amigos.
O bom é que ele ainda recicla as próprias idéias. Se ele conhecesse o Projeto Luixo ia adorar... (comentarei sobre esse projeto num próximo post!)
Domingo estarei aqui novamente comentado sobre o fato que mais me chamou atenção durante a semana. Até lá...
Ps: Ainda não encontrei meu nome na lista da Forbes!


domingo, 25 de maio de 2008

Primeira Página


Feature ou Matéria leve - texto com informações pitorescas ou inusitadas, que não prejudicam ou colocam ninguém em risco; muitas vezes este tipo de matéria beira o entretenimento...


É isso! O Features Online é composto de matérias leves que beiram o entretenimento. Porém, o diferencial será a opinião de um quase jornalista que assim como o publicitário Robert Orben, lê todos os dias as páginas da Forbes, para ver se seu nome consta na lista dos mais ricos do mundo. Como não o encontra, vai trabalhar!